Palestra “Magia e Alquimia no Renascimento”

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Dia Mundial da Filosofia 2016

No dia 19 de novembro ocorreu mais uma edição do Dia Mundial da Filosofia. Tivemos palestra com a Diretora da filial, a professora Denise Vale, declamação poética, recital de violoncelo, apresentação do coral Muiraquitã e do trio musical acompanhado pela professora Helena Maia, no piano. Que, aliás, foi devidamente homenageada por toda sua contribuição à música.

Contamos também com a presença do escritor paraense Walcyr Monteiro, abrilhantando a noite. E, claro, muita convivência. Afinal, esse era justamente o tema do evento “Convivência: Como somar num mundo em conflito?”

Agradecemos a todos pela participação! Se perdeu, ano que vem tem mais. Programe-se! Fique atento também que, antes disso, teremos o Dia da Arte. Aguarde. 

Nova Acrópole Belém

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A Solidão e seu Papel

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Faz parte do viver nos sentirmos, com certa frequência, solitários.

No passado, antes do advento da eletrônica, uma pessoa não tinha outro remédio que ficar só nos momentos em que não pudesse ter companhia, e então, sem ninguém mais para conversar, só podia ter a si mesma como companheira: seus pensamentos e sentimentos, suas dúvidas e seus medos, suas certezas e confianças.

Foi ao perscrutar seu interior, buscar em seu íntimo as respostas que lhes faltavam, que os grandes homens da história nos legaram a mais rica herança que poderíamos deles ter. Deram-nos o saber contido em suas obras, as mais belas histórias da literatura universal. Deram-nos também a poesia, a música, a ciência, a legislação, e tudo mais que constitui nossa cultura e civilização.

Foi em momentos de solidão e inspiração que nasceram as mais belas composições. Foi também em visionária solidão que surgiram as mais inovadoras descobertas da ciência. E é na solidão, em nosso íntimo, que tomamos as mais importantes decisões de nossas vidas.

Hoje, cercados de aparelhos eletrônicos, de telas e teclados (ou sem teclados), estamos perdendo (ou perdemos) o costume de nos entregar a esses ricos momentos de inspiradora e produtiva solidão. Perdemos a prática de estar sós. E nos lançamos a uma desesperadora busca por estar sempre acompanhados, física ou virtualmente, por um sem fim de “amigos”, por estar sempre “conectados”. Ficamos entretidos com programas de TV, vídeos do YouTube, postagens no Twitter ou qualquer outra coisa que nos afaste da terrível solidão.

Muitos desses amigos não atendem exatamente à definição da palavra, sendo, portanto, uma grande perda de tempo o atender às suas demandas. Ao fugir desses importantes momentos (de solidão), jogamos fora muitas oportunidades que a vida nos oferece de encontrarmos respostas.

O Google pode nos trazer muitas respostas, e o Facebook nos conecta a inúmeras pessoas, e certamente têm o seu valor. Mas quem pode realmente nos levar à compreensão de nós mesmos? De que forma podemos saber se realmente estamos no caminho que devemos estar? Quais devem ser de fato nossas propostas de vida para que possamos ser felizes?

Não faltam exemplos, nas biografias de muitos, de que seu sucesso e felicidade, em última instância, foram determinados por decisões cruciais, em momentos de grande introspecção e profunda reflexão sobre o que era realmente importante. E não se conseguem essas respostas “fora”. Essas respostas só podem ser encontradas “dentro”, pois não são as mesmas para pessoas diferentes, e somos todos, intimamente, diferentes.

A vida nos dá muitas pistas do que devemos buscar, mas é preciso refletir para compreendê-las; nos oferece muitas oportunidades, mas é necessário buscar no íntimo de nós mesmos o seu significado.

Se prestarmos atenção, veremos que aqueles que melhor souberam conviver com as demais pessoas, que melhor souberam compreender a vida, e a viver com intensidade e respeito por tudo e por todos, foram aqueles que aprenderam a lidar com a solidão, a decifrar seus enigmas, a desvendar os tesouros escondidos que ela guarda e que subjazem dentro de nós mesmos.

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Oratória – Última turma do ano

Há 19 anos o melhor Curso de Oratória de Belém!

Próxima turma: em 4 dias, de 19 a 22 de dezembro (segunda a quinta-feira), de 18 às 21h.

Mais informações e inscrição acesse aqui.

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II Caminhada de Aventura

No feriado do dia 15 de novembro, aconteceu a II Caminhada de Aventura dos membros da Nova Acrópole de Belém. Dessa vez foi no município de Santa Bárbara-PA. Uma experiência fantástica!

É fundamental essa interação com a natureza. #filósofosaventureiros #acropolitanosdesbravadores

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A Lógica da Vida

14925702_1233031233405839_5262239459593951093_n Compartilhamos o poema vencedor do Concurso de Poesia para mulheres que acontece todos os anos entre as voluntárias de Nova Acrópole. O tema deste ano foi: “A Vida”. O poema vencedor foi escrito por Flavia Fernandes, professora e voluntária da Nova Acrópole Brasília – Escola de Filosofia.

A promoção da Arte em suas diversas formas de expressão já faz parte do currículo de atividades de Nova Acrópole Brasil. A Poesia é uma das expressões artísticas desenvolvida há vários anos na instituição; através de oficinas e concursos internos, alunos e professores podem redescobrir a Poesia à Maneira Clássica, aprendendo que uma mensagem profunda e forma harmônica são tão importantes quanto rimas e métricas.

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Programação cultural do mês de novembro

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Diretor-Presidente de Nova Acrópole foi agraciado com Título de Cidadão do Mundo pela Paz

No dia 27 de outubro, a Academia Internacional de Cultura-AIC realizou o seu já tradicional “Cerimonial da Vida pela Paz”, no Parlamundi -LBV (Brasília) e outorgou o título de Cidadão do Mundo pela Paz ao Prof. Luis Carlos Marques, Diretor-Presidente de Nova Acrópole no Brasil.

O título é outorgado àqueles que têm se destacado pela sua relevante contribuição para um mundo melhor. O Prof. Luis Carlos possui mais de 30 anos dedicados à formação humana, à promoção da cultura e do voluntariado.

Foi o pioneiro a abrir a primeira sede de Nova Acrópole em Brasília e promoveu o seu crescimento, sendo responsável pela abertura de 30 unidades no País, que hoje mantém cerca de 2.500 pessoas em seus cursos de filosofia, beneficiando-se da sabedoria humana aplicada à vida cotidiana.

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Dia Mundial da Filosofia 2016

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Dia Mundial da Filosofia 2016

Tema: Convivência: Como somar num mundo em conflito?

Dia 19/11 (sábado) a partir das 17h

Programação:

17h10 Declamação Poética

18h00 Apresentação de Violoncelo

18h35 Coral

19h20 Declamação Poética

19h30 Palestra Magna “Convivência: Como Somar num Mundo em Conflito?” com Denise Vale, Diretora da Nova Acrópole de Belém.

20h50 Trio musical

Exposição “O Olhar do Pensador: Fotografando Ideias” – Seleção do Concurso Nacional de Fotografia.

Entrada Franca.

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Vida e Morte

Alvíssaras, felicidade! Acaba de nascer um bebê! O nosso filho chegou à vida!
Assim festejam os homens a aparição de um novo ser sobre a terra. Tudo parece pouco para este pequeno corpinho que necessita da proteção mais absoluta e dos cuidados mais carinhosos. Beijos, presentes, lágrimas de alegria, emoção, balizam o acontecimento da vida.

Que dor tão grande! Quanta pena alojada na minha alma! Acabo de perder um ser querido!
Assim choram os homens a desaparição de quem nos acompanha e o sumir-se nesse obscuro mistério da morte. Lágrimas de tristeza, luto e desolação marcam a passagem da alma de um mundo ao outro.
Poucas vezes nos detivemos a pensar de onde viemos quando nascemos. Já não se trata da questão religiosa nem filosófica da origem das almas. Trata-se de algo mais simples: se chegamos à vida, é porque viemos de alguma outra parte, seja esta qual for, e seja como for. Não deixaremos por acaso seres tristes e chorosos nessa outra parte, quando a abandonamos para nos dirigirmos à terra dos vivos? O que os pais festejam com alegria, não será uma dor para outros pais imateriais que vêem partir uma alma que os acompanhava até esse mesmo momento?

E quando morremos e deixamos a terra, para onde vamos? Se de algum lugar viemos, é certo que para outro lugar iremos. No infinito não cabem os limites definidos. E ali para onde vamos, não nos receberão com sorriso e alegrias de reencontro, enquanto os nossos familiares choram-nos na terra?

A vida e a morte são duas caras de uma mesma moeda: VIDA. Os que aqui estamos, viemos de alguma parte e para outra nos dirigimos, mas jamais deixamos de ser.

O que os homens chamam vida é a aparição manifesta em matéria de uma alma nesta terra. E o que os homens chamam morte é a mesma alma que, despojada de matéria, não pode sobreviver neste mundo e dirige-se a outro.

A vida terrestre é o reino da forma. E aqui é onde Maya se torna forte e segura. Ela joga com a vida, ela joga com as formas, varia-as e adapta-as para conseguir o que quer: mais vida material, mais formas, mais multiplicação.

Quando as formas aparecem no mundo de Maya, assumem pequenas proporções. É a defesa da ilusão para proteger os jovens corpos. Ninguém pode deixar de sentir compaixão e ternura ante a pequena vida. Um bebê, um pequeno animalzinho, uma planta que se abre… tudo induz ao cuidado e ao carinho. OS homens inclinam-se já não só ante os seus pequenos filhos, mas ante os pequenos animais, por muito perigosos que depois eles se possam tornar. Não é o mesmo um grande tigre, que uma cria de tigre; um é feroz e temível; o outro é terno e suave. E mesmo os animais se comovem ante as crianças pequenas, e a mesma fera que ataca os homens, protege os seus bebês, porque Maya cobre os olhos furiosos com a venda da compaixão; há que salvar a vida custe o que custar; essas formas requereram muito esforço e paciência para destrui-las de um só golpe.

Quando as formas repartem a sua existência no mundo de Maya, já que podem valer-se por si mesmas, não despertam ternura, mas sim competência. É a luta pela subsistência, onde o mais forte pode com o mais débil. O amor pode paliar essa luta, mas em rigor, tudo é uma questão de força, seja física, psíquica, mental ou espiritual. E sempre ganha o mais forte, no campo que seja. As competições desportivas que tanto entretêm os homens são um jogo replicado do outro jogo de Maya, aplicado à competência do diário viver.
Antes que as formas declinem e se desgastem, elas devem cumprir com o dever fundamental que Maya lhes impõe: continuar a produzir formas. Com mil véus e argúcias, Maya fará com que novos corpos assumam a vida material, para o qual tem que valer-se dos corpos que já existem. O egoísmo natural dos vivos, faria com que eles nunca se reproduzissem, a não ser pelo jogo de Maya, pelo engano do prazer, pela ilusão de sermos nós próprios quem toma a decisão de se multiplicar.

E logo chega o decair das formas. É a etapa final, a que os homens chamam velhice. As coisas velhas já não inspiram ternura, nem chamam à competência. São elementos secos e desgastados que necessitam ser substituídos. Boa despedida da vida, para não se enamorar excessivamente pelo brilho das formas. A alma pede por si mesma para se retirar a casca usada, para recuperar noutro lugar ideal a ligeireza e encanto que um corpo pesado já não deixa transparecer.

A própria Maya acelera o processo com uma espécie de abulia e sonho sem fim, mas jamais perde energias, pois as velhas formas renovar-se-ão no fundo da terra ou no frágil das cinzas. Nada se perde: tudo se transforma.

Vida e morte são duas faces de uma mesma moeda, e dois momentos de um jogo perpétuo que repete os seus instantes, produzindo aquilo que os homens chamam ciclos.

Tudo na Natureza joga em círculos. O dia e a noite, o sol e a lua, o verão e o inverno, o sono e a vigília, a infância e a velhice… Se tudo gira, se tudo retorna, se as mesmas árvores que estavam secas, cobrem-se de verdura, e o mesmo mar que estava baixo engorda com águas poderosas, porque nós homens haveríamos de escapar deste jogo?

Não há casualidade. Há um perpétuo jogo de Maya que, sob a lei da causalidade nos atrai e nos obriga a cumprir com a própria experiência. Viver e morrer às cegas, jogando com Maya…, ou viver e morrer conhecendo as regras do jogo…: isso é uma questão de evolução.

—- Texto do livro “Os Jogos de Maya” de Délia Steinberg Guzmán (Diretora Internacional da Nova Acrópole)

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Programação Cultural de Novembro

Curso de Filosofia Prática
Nova turma às segundas-feiras, das 19h30 às 21h30. Início em 21/11.
Entender o mundo e a si mesmo na companhia de Aristóteles, Platão, dos Estóicos e dos mestres orientais. Esse é o desafio proposto pela Organização Internacional Nova Acrópole, que oferece o Curso de Filosofia Prática com aulas que buscam equilibrar o conhecimento teórico com a vivência filosófica através de três frentes de estudo: Ética, Sociopolítica e Filosofia da História.
Curso em 50 horas | 1 aula semanal de 2h
Inscrições abertas. Vagas Limitadas.

Quartas Filosóficas
Dia 02/11 às 19h30 – Palestra “Como lidar com a morte”
A morte é um fenômeno que alcança a todos, mas apesar de sua universalidade, ainda provoca muito medo. Felizmente poderemos conhecer os ensinamentos de alguns filósofos e sábios que ajudam a dissipar o medo e a dor que envolvem este tema.
Entrada franca.

Curso Prático de Oratória (Há 19 anos formando oradores)
Dias 03, 10, 17 e 24 de novembro (quintas-feiras), de 19h às 22h
Aumente a confiança em si mesmo para falar em público sem travas! Saber expressar suas ideias com ordem, clareza e segurança são pré-requisitos para o desenvolvimento pessoal e profissional.
Temas abordados: Como vencer o medo de falar em público; Como desenvolver sua credibilidade frente ao público; Como preparar um discurso eficaz (introdução, preparação, assunto central e conclusão); Como se apresentar corretamente: uso da voz, vocabulário, expressão corporal e aparência; Uso de anotações e recursos audiovisuais.
Investimento: R$ 350,00 (R$ 50,00 de desconto para inscrições até 27/10). Incluso material, coffee break e certificado. Apenas 10 vagas.

Quartas Filosóficas
Dia 09/11 às 19h30 – Palestra “A Liberdade segundo Immanuel Kant”
Todos buscam a liberdade, mas será que estamos bem certos de qual liberdade buscamos? O filósofo Kant explica que a verdadeira liberdade é fruto de uma descoberta e uma vivência de um conjunto específico de valores internos e universais que habitam em todo ser humano.
Entrada franca.

Quartas Filosóficas
Dia 16/11 às 19h30 – Palestra “O Mito da Caverna de Platão”
No Mito da Caverna, Platão descreve de forma metafórica a condição atual da humanidade, acorrentada a opiniões que acredita serem verdades, e cuja origem nem suspeita qual seja. Descreve também como o homem pode se libertar dessa condição e se realizar como indivíduo e também como ser social.
Entrada franca.

Dia Mundial da Filosofia 2016
Convivência: Como somar num mundo em conflito?
Dia 19/11 (sábado) a partir das 17h
Programação:
17h10 Declamação Poética
18h00 Apresentação de Violoncelo
18h35 Coral
19h20 Declamação Poética
19h30 Palestra Magna “Convivência: Como Somar num Mundo em Conflito?” com Denise Vale, Diretora da Nova Acrópole de Belém.
20h50 Trio musical
Exposição “O Olhar do Pensador: Fotografando Ideias” – Seleção do Concurso Nacional de Fotografia.
Entrada Franca.

Quartas Filosóficas
Dia 23/11 às 19h30 – Palestra “Magia e Alquimia no Renascimento”
A Magia e a Alquimia no intenso movimento filosófico-cultural do Renascimento representam o resgate de valores clássicos que durante séculos estiveram perdidos ao Ocidente. Sem estas ideias o ocidente dificilmente teria saído da Idade Média.

Quartas Filosóficas
Dia 30/11 às 19h30 – Palestra “Confúcio e a Arte de Governar”
Inspirando-nos no conhecimento deixado pelo velho mestre filósofo e político chinês Confúcio, veremos a relação entre Ética e Política, visando harmonizar tanto o desenvolvimento do ser humano quanto o da sociedade na qual estamos inseridos.
Entrada franca.


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